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Há Controvérsias 2

“E pergunto, em quieta abstração, em que consiste a estilística de
Ronaldo Werneck” – escreve a poeta mineira Lina Tâmega Peixoto,
no prefácio de Há Controvérsias 2. “Talvez, a habilidade de jogar
com as palavras, uma provocação lúdica às formas verbais para
alcançar uma linguagem delirantemente estética (...)".
Lançamento: 2011.

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Há Controvérsias 1 (1987-2003)

"Bom frisar que tudo aqui é lance de dados", escreve o autor do
livro. "Tudo acaso, tudo controvérsias. Tudo palavra que chama
toda palavra. Tudo aqui é prosa, mesmo o que não é – o que
aprouve, o que aprazia. O que me põe todo proesia".
Lançamento: 2010.

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"Kiryrí Rendáua Toribóca Opé"
Humberto Mauro Revisto por Ronaldo Werneck

"Kiryrí Rendáua Toribóca Opé" ou lugar de calma e sossego no
Rancho Grande é o que dizia a placa em frente à casa do cineasta
mineiro Humberto Mauro. A frase, em tupi-guarani, também é o
título do livro que enfoca a trajetória do cineasta - sua vida, sua
obra, seus amigos, suas musas, seu trabalho. Lançamento: 2010.

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Minerar O Branco

São textos que têm a dignidade de não cortejar o mistério,
Minerar O Branco mescla produções recentes a inéditos mais
antigos do poeta para falar das andanças e finanças do autor
mundo afora, não sem um pequeno bloco de metapoemas para
dizer o que pensa sobre o ofício. A ênfase e volume maiores,
no entanto, incidem sobre Minas Gerais, isto é, o passado, a
busca não programada, quem sabe, de uma mineiridade difusa.
Lançamento: 2009.

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Noite Americana / Doris: Day by Night

Poemas-locação: no foco, a noite desfocada de Copacabana.
Que remete à noite de um lugar qualquer: Paris-Cataguases-
Argel. Doris Day, stripper de Copa, atravessa os poemas do livro, Virgilio a conduzir o poeta noite aforadentro ao encontro dos estilhaços da madrugada. Day by Night: a falsa noite
cinematográfica. A "noite americana": filtros, fumaça
e esperança.
Lançamento: 2006.

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Ronaldo Werneck Revisita Selvaggia

Um longo voo sobre o primeiro livro de RW, Selva Selvaggia, que
é também reproduzido na íntegra. Releitura-em-diálogo com os
poemas de Selvaggia, por meio de poemas, pés-de-página &
textos que se imbricam quase num moto contínuo. Fortuna crítica,
poemas de amigos para o poeta (e vice-versa). Uma série de
novos poemas e retomada em policromia dos poemas visuais
de Selvaggia.
Lançamento: 2005.

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Minas em mim e o mar esse trem azul

Pomba-poema reeditado com novos poemas sobre cidades-rio e
o mar. O rio Pomba passa ao largo correndo entre outras várias
margens quase miragens. Mas a ninguém engana, embaralha-se
no emaranhar de lugares, de ruídos, de falares, e volta sempre,
(ex)interior. Minas-mar-memória. O mar e seus tropeços, o mar-
em-mim e seu recomeço. Minas marejando, ritornelo, delta,
infância. E o mar: esse trem azul.
Lançamento: 2001.

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Pomba Poema

Diz Joaquim Branco: o poeta se aventura nesta saga de arte-vida,
de outros risos-mares e de mares-riachos, segredo que conhece
muito bem. Com verbo fino, raro, diz, re-diz, mira, desvanda ou
veda na espuma de um tempo nunca dantes velejado. Sua música
tece o apuro de sons limpos, cortes sibilinos para olhos ágeis, a
mão armando um leque de metáforas: meta. Foto/cine/drama da
cidade-mundo que o poeta ama.
Lançamento: 1977.


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Selva Selvaggia

Poeta trinta e dois anos mulher filha gata miopia.
Agora Selva Selvaggia: do verso ao gráfico do haical ao processo.
É isso ou aquilo: doze anos de Ronaldo Werneck, às vezes mudo às
vezes não. O poema é tudo: emissor & emoção. Suor insight calor
coração. Fábio Lucas: Selva Selvaggia é mais que o poema de todos
os ritmos. Inclui a herança do experimentalismo dos anos 60. Traz
a sedução da rebeldia.
Lançamento: 1976.