• Ronaldo

    Werneck
    Poeta
    Crítico
    Escritor
  • O mar que não era mar levou-me ao mar de papel, mar da memória,
    mar-palimpsesto. Rimbaud como isca, a rede trouxe faíscas de Mallarmé,
    é claro, e também Pound, Camus, Camões, João Cabral, Jorge de Lima,
    Mário Faustino, Gullar, Leopardi e outros e outros – todos sobrenadando
    ao sol sob o azul que a gente fita. O que mais dizer?
    De quebra(mar) alguns novos poemas que bateram na areia.
    Essa é minha praia.

LIVROS publicados

SEM POLISSEMIA

NÃO HÁ POESIA.

Poeta, Cronista e Crítico, Ronaldo Werneck já realizou vários projetos e publicou mais de uma dezena de livros. Nasceu em Cataguases MG, onde voltou a residir após mais de 30 anos de Rio de Janeiro

Perfil

Vídeo em destaque

RW na TV Com de Florianópolis



Novidade no Blog

  • 14 MAI
  •  

    Tudo muda, nada muda na cabeça e no coração

     

    Em homenagem ao poeta norte-americano Lawrence Ferlingetti, morto em fevereiro, aos 101 anos, reproduzo crônica de 2006, escrita em Roma.

    Não, não é bala não. Nem perdida, nem bem/mal endereçada. É apenas o poeta-beat Ferlinghetti e seus parques de diversão, A Coney Island of the Mind (City Lights, EUA, 1958) e A Far Rockaway of the Heart (City Lights, EUA, 1997). Ainda em Roma, e na livraria Bibli/Trastevere, agora viajamos (literalmente) com Un luna park del cuore (Mondadori, 2000), a versão bilíngue, inglês/italiano, do “parque do coração” desse surpreendente Ferlinghetti, que chega velhonovíssimo aos oitenta e oito anos. Lawrence é de 1919 (Yonkers, Estado de Nova York), filho de uma francesa, Clemence Albertine Mendes-Monsanto – e veio ao mundo pouco depois da morte de seu pai, o italiano e anarquista Carlo Ferlinghetti.

     


  • Leia a crônica

Ronaldo Werneck