• Ronaldo

    Werneck
    Poeta
    Crítico
    Escritor
  • O mar que não era mar levou-me ao mar de papel, mar da memória,
    mar-palimpsesto. Rimbaud como isca, a rede trouxe faíscas de Mallarmé,
    é claro, e também Pound, Camus, Camões, João Cabral, Jorge de Lima,
    Mário Faustino, Gullar, Leopardi e outros e outros – todos sobrenadando
    ao sol sob o azul que a gente fita. O que mais dizer?
    De quebra(mar) alguns novos poemas que bateram na areia.
    Essa é minha praia.

LIVROS publicados

SEM POLISSEMIA

NÃO HÁ POESIA.

Poeta, Cronista e Crítico, Ronaldo Werneck já realizou vários projetos e publicou mais de uma dezena de livros. Nasceu em Cataguases MG, onde voltou a residir após mais de 30 anos de Rio de Janeiro

Perfil

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Novidade no Blog

  • 9 NOV
  •  

    Nós quem, cara-pálida?

     

    Resenha do livro Super-Homem e seus amigos do peito (Ariel Dorfman e Manuel Jofré – Paz e Terra, Rio, 1978), que republico agora quando os chilenos comemoram a votação no último dia 25 de outubro do plebiscito para uma nova Constituinte.

    Comics. Bande Dessinée. Fumetti. Histórias em quadrinhos. São vários os nomes designando o contexto onde se desenrolam as aventuras dos imbatíveis, assépticos e devidamente assexuados heróis dos quadrinhos, de Tarzan a Flash Gordon, do Zorro ao Super-Homem. Em termos formais, de estruturas dos quadrinhos, a origem das historinhas remonta quase à própria origem do homem: os primitivos desenhos das cavernas possuem uma estrutura interna, de interligação, muito próxima da lógica narrativa dos quadrinhos de hoje.

     


  • Leia a crônica

Ronaldo Werneck