• Ronaldo

    Werneck
    Poeta
    Crítico
    Escritor
  • O mar que não era mar levou-me ao mar de papel, mar da memória,
    mar-palimpsesto. Rimbaud como isca, a rede trouxe faíscas de Mallarmé,
    é claro, e também Pound, Camus, Camões, João Cabral, Jorge de Lima,
    Mário Faustino, Gullar, Leopardi e outros e outros – todos sobrenadando
    ao sol sob o azul que a gente fita. O que mais dizer?
    De quebra(mar) alguns novos poemas que bateram na areia.
    Essa é minha praia.

LIVROS publicados

SEM POLISSEMIA

NÃO HÁ POESIA.

Poeta, Cronista e Crítico, Ronaldo Werneck já realizou vários projetos e publicou mais de uma dezena de livros. Nasceu em Cataguases MG, onde voltou a residir após mais de 30 anos de Rio de Janeiro

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  • 10 JAN
  •  

    GULLAR ANTE(S) (D)O ESPANTO - 5

     

    “A experiência da poesia é hors-concours./ Aterro no Poema Sujo. Meto o dedo no cujo:/espirra luz.// (...) Navegar na poesia: reduzir, redundar.../ Em Ferreira Gullar as nuvens nuvem./ Murilo Mendes manda o luar luar”, escrevia em 1982 Carminha Ferreira, a injustamente esquecida poeta mineira Maria do Carmo Ferreira, até hoje inédita em livro. O poema de Ferreira Gullar marcou época – e Gullar, o poeta, foi objeto de várias controvérsias, como se percebe no texto a seguir, publicado por meu amigo, o também poeta e jornalista Carlos Ávila, em sua coluna na Revista Eletrônica Dom Total.

     


  • Leia a crônica

Ronaldo Werneck