• Ronaldo

    Werneck
    Poeta
    Crítico
    Escritor
  • O mar que não era mar levou-me ao mar de papel, mar da memória,
    mar-palimpsesto. Rimbaud como isca, a rede trouxe faíscas de Mallarmé,
    é claro, e também Pound, Camus, Camões, João Cabral, Jorge de Lima,
    Mário Faustino, Gullar, Leopardi e outros e outros – todos sobrenadando
    ao sol sob o azul que a gente fita. O que mais dizer?
    De quebra(mar) alguns novos poemas que bateram na areia.
    Essa é minha praia.

LIVROS publicados

SEM POLISSEMIA

NÃO HÁ POESIA.

Poeta, Cronista e Crítico, Ronaldo Werneck já realizou vários projetos e publicou mais de uma dezena de livros. Nasceu em Cataguases MG, onde voltou a residir após mais de 30 anos de Rio de Janeiro

Perfil

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Novidade no Blog

  • 27 mar
  •  

    Show do Chico 2: a veia que salta

     

    O disco Caravanas está rolando no meu carro já há algum tempo. Fora “Tua Cantiga”, fora a própria canção “Caravanas”, há de Havana (de e sobre) um suave, quase melancólico bolero cubano, “Casualmente”, composto com Jorge Helder: “No volverá nunca más/ La canción sentimental/ Que casualmente em La Habana/ escuché cantar/ A uma mujer/ Como ya no veré/ Outra vez nada igual/ (...)/ La canción, la mujer/ El crepúsculo, la catedral/ Hasta el mar de La Habana es lo mismo, pero/ No es igual/ No es igual”. E “A Moça do Sonho”, canção-constatação, belíssima, em parceria com Edu Lobo: “Súbito me encantou/ A moça em contraluz/ Arrisquei perguntar: quem és?/ Mas fraquejou a voz/ (...)/ Há de haver algum lugar/ Um confuso casarão/ Onde os sonhos serão reais/ E a vida não/ (...)/ Um lugar deve existir/ Uma espécie de bazar/ Onde os sonhos extraviados/ Vão parar”...

     


  • Leia a crônica

Ronaldo Werneck