• Ronaldo

    Werneck
    Poeta
    Crítico
    Escritor
  • O mar que não era mar levou-me ao mar de papel, mar da memória,
    mar-palimpsesto. Rimbaud como isca, a rede trouxe faíscas de Mallarmé,
    é claro, e também Pound, Camus, Camões, João Cabral, Jorge de Lima,
    Mário Faustino, Gullar, Leopardi e outros e outros – todos sobrenadando
    ao sol sob o azul que a gente fita. O que mais dizer?
    De quebra(mar) alguns novos poemas que bateram na areia.
    Essa é minha praia.

LIVROS publicados

SEM POLISSEMIA

NÃO HÁ POESIA.

Poeta, Cronista e Crítico, Ronaldo Werneck já realizou vários projetos e publicou mais de uma dezena de livros. Nasceu em Cataguases MG, onde voltou a residir após mais de 30 anos de Rio de Janeiro

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Novidade no Blog

  • 23 mai
  •  

    Cauby! Cauby!

     

    A recente morte de Cauby Peixoto me fez lembrar a canção que Caetano Veloso escreveu para ele, e que foi título do álbum gravado em 1980: “Lembro eu deitado na relva/ No frio da manhã/ Numa clareira da aldeia Tupy/ Entre mil pássaros só uma voz/ Uma voz, minha mãe/ Música doce/ Chamando meu nome/ Cauby! Cauby! “. Lembrei-me também de “Bastidores” a canção de Chico Buarque, aquela do “Cantei, cantei/ Nem sei como eu cantava assim/ Cantei, cantei/ Jamais cantei tão lindo assim” – um de seus carros-chefe. E, claro, “eu me lembro muito bem”, e sempre, de “Conceição”, a música de Dunga e Jair Amorim por ele imortalizada.

     


  • Leia a crônica