• Ronaldo

    Werneck
    Poeta
    Crítico
    Escritor
  • O mar que não era mar levou-me ao mar de papel, mar da memória,
    mar-palimpsesto. Rimbaud como isca, a rede trouxe faíscas de Mallarmé,
    é claro, e também Pound, Camus, Camões, João Cabral, Jorge de Lima,
    Mário Faustino, Gullar, Leopardi e outros e outros – todos sobrenadando
    ao sol sob o azul que a gente fita. O que mais dizer?
    De quebra(mar) alguns novos poemas que bateram na areia.
    Essa é minha praia.

LIVROS publicados

SEM POLISSEMIA

NÃO HÁ POESIA.

Poeta, Cronista e Crítico, Ronaldo Werneck já realizou vários projetos e publicou mais de uma dezena de livros. Nasceu em Cataguases MG, onde voltou a residir após mais de 30 anos de Rio de Janeiro

Perfil

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Novidade no Blog

  • 19 juL
  •  

    O goleiro em vão: a bola não vem por onde devia

     

    “Nada me ensinou mais na vida do que o fato de ter sido goleiro” – disse um dia o grande romancista franco-argelino Albert Camus (1913-1960), que foi goleiro do time da Universidade de Argel no início dos anos 1930. Ele era alto, magro e de aspecto físico frágil. Não virou profissional, mas refletiu sobre a função de goleiro. “Depois de muitos anos em que vivi numerosas experiências – afirmou numa entrevista de 1957 – seguramente tudo o que sei sobre moral e responsabilidade eu devo ao futebol. Aprendi que a bola nunca vem para a gente por onde se espera que venha. Isso me ajudou muito na vida, principalmente nas grandes cidades, onde as pessoas não costumam ser aquilo que a gente pensa que são”...

     


  • Leia a crônica

Ronaldo Werneck