• Ronaldo

    Werneck
    Poeta
    Crítico
    Escritor
  • O mar que não era mar levou-me ao mar de papel, mar da memória,
    mar-palimpsesto. Rimbaud como isca, a rede trouxe faíscas de Mallarmé,
    é claro, e também Pound, Camus, Camões, João Cabral, Jorge de Lima,
    Mário Faustino, Gullar, Leopardi e outros e outros – todos sobrenadando
    ao sol sob o azul que a gente fita. O que mais dizer?
    De quebra(mar) alguns novos poemas que bateram na areia.
    Essa é minha praia.

LIVROS publicados

SEM POLISSEMIA

NÃO HÁ POESIA.

Poeta, Cronista e Crítico, Ronaldo Werneck já realizou vários projetos e publicou mais de uma dezena de livros. Nasceu em Cataguases MG, onde voltou a residir após mais de 30 anos de Rio de Janeiro

Perfil

Vídeo em destaque

2001- 50 anos



Novidade no Blog

  • 06 fev
  •  

    FRUTAS, FACAS, ALFAVACAS

     

    Na feira livre do Estácio, preso numa roda de bamba, o malandro deu de cara com três turistas trêbados trauteando tartamudos Città meravigliosa!cheia de milencantos em meio a frutas, facas, alfavacas, frufru de feirantes e tutti quanti aliterantes. E súbito acontece uma mulata daquelas, uma que se dizia Florisbela. Era dia de Carnaval e o malandro fingiu que nem viu sua cabrocha de fé e moradia a lhe puxar pela camisa em meio a toda aquela algaravia. Sua velha cabrocha que no compasso do samba de lá dizia: Encontrei o meu pedaço na avenida de camisa amarela, cantando a Florisbela. Não estava nada bom o meu pedaço, trauteava a mulatantã. Na verdade estava bem mamado, bem chumbado, atravessado e foi por aí cambaleando, se acabando num cordão com o reco-reco na mão...

     


  • Leia a crônica

Ronaldo Werneck